O teatro estava vazio naquela tarde. Apenas as luzes suaves iluminavam o palco, criando uma atmosfera íntima. Tabatha L., uma morena de curvas provocantes e seios generosos, entrou no palco com um olhar malicioso. Jesús R., sentado na primeira fileira, observava em silêncio, completamente hipnotizado pelo jeito ousado dela.
Sem dizer nada, Tabatha segurou a barra da blusa e levantou devagar, revelando os peitos fartos e firmes. Ela massageava os próprios mamilos endurecidos, gemendo baixinho, como se o palco fosse só dela. O tesão de Jesús ficou óbvio: sua mão desceu até a calça, puxando para fora o pau grosso e negro, já duro e latejando.
Tabatha sorriu, caminhou até a beira do palco e desceu de joelhos, os olhos fixos no volume enorme à sua frente. Com uma fome indecente, ela abocanhou a cabeça do pau, chupando com força, enquanto saliva escorria pelo canto da boca.
— Que delícia… esse pau enorme… — ela gemia entre uma chupada e outra, enfiando cada vez mais fundo na garganta.
Jesús gemia alto, segurando os cabelos dela e metendo fundo em sua boca. O som do boquete ecoava pelo teatro vazio, molhado, obsceno. Tabatha engolia tudo, babava, gemia, completamente entregue ao prazer de ter aquele BBC monstruoso em sua boca.
Logo ele a puxou de pé e a virou de costas, jogando-a sobre a poltrona da plateia. Com um único movimento, abriu sua calcinha e enfiou de uma vez na buceta molhada e apertada dela.
— Ahhh, porraaa! — Tabatha gritou, arqueando as costas, sentindo o pau entrar fundo, abrindo seu corpo como nunca antes.
Jesús socava sem piedade, cada estocada fazendo seus seios balançarem, as nádegas batendo contra as coxas dele. O som da pele se chocando enchia o ambiente junto com os gemidos desesperados dela.
— Mete mais forte! Arrebenta minha buceta com esse pauzão! — ela implorava, sentindo o orgasmo crescer.
Ele acelerou, segurando firme na cintura dela, metendo fundo até o limite. O pau desaparecia inteiro dentro da boceta faminta de Tabatha, que gozava gritando, contraindo ao redor da rola grossa.
Jesús não resistiu. Enterrou até o fundo e gozou forte, jorrando dentro dela até o gozo escorrer. Tabatha, exausta e sorridente, caiu de bruços sobre a poltrona, ainda sentindo o esperma quente escorrer por suas pernas.
Naquele teatro vazio, ela sabia: tinha acabado de entregar um show que ninguém jamais esqueceria.

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