Sempre que eu cruzava com meu Vizinho Dotado no corredor, não conseguia evitar de olhar discretamente para a calça dele. O volume era impossível de ignorar. Eu ficava imaginando, sozinha na minha cama, como seria sentir aquele pau negro e enorme entrando em mim, dilatando cada pedaço do meu corpo.
Uma tarde, quando ele veio pedir uma ferramenta emprestada, o clima mudou. Ficamos próximos demais, o olhar dele queimava sobre mim. Antes que eu pudesse pensar, já estávamos nos beijando com fome, minhas mãos percorrendo o peito dele enquanto ele apertava minha bunda com força.
— É isso que você queria, não é? — ele sussurrou, encostando o pau já duro contra minha barriga.
Eu não consegui responder, apenas me ajoelhei. Quando abri o zíper, quase perdi o ar: o pau grosso e comprido pulou para fora, latejando de tesão. Segurei com as duas mãos e ainda assim não consegui abarcar tudo. Passei a língua pela cabeça, pelo corpo inteiro, sentindo o gosto quente enquanto enfiava o máximo que podia na boca, babando e gemendo.
Ele segurou meu cabelo e começou a me foder pela boca, as estocadas batendo fundo na minha garganta. Eu engasgava, mas cada gemido meu só deixava ele mais excitado.
— Isso… chupa esse pau direitinho…
Depois me puxou de repente, virou-me de costas e me colocou de quatro no sofá. Meu coração disparava de ansiedade e tesão. Senti a cabeça grossa esfregando minha boceta molhada, e então veio a primeira enfiada.
Eu gritei alto. O pau dele me abriu de uma vez, deslizando fundo, preenchendo cada centímetro da minha boceta apertada. Era dor e prazer misturados, mas logo o corpo todo pedia mais.
Ele me segurava pela cintura, metendo com força, estocadas profundas que faziam minha bunda bater contra o corpo dele. Eu gemia alto, pedindo sem vergonha:
— Mete mais fundo… me arromba toda com esse pau!Vizinho Dotado
O som das nossas peles se chocando enchia a sala, misturado aos meus gritos de prazer. Ele não parava, cada vez mais rápido, cada vez mais fundo, até eu explodir em um orgasmo intenso, minha boceta apertando ainda mais o pau dele.
Ele não resistiu. Segurou firme, enterrou até o fundo e gozou dentro de mim, jorrando tanto que eu senti escorrer pelas minhas pernas. Ofegante, desabei no sofá, ainda tremendo, encantada com a sensação de estar completamente dominada por aquele pau negro gigantesco.
Naquele momento, tive certeza: nunca mais conseguiria olhar para meu Vizinho Dotado sem desejar ser comida daquele jeito outra vez.
Pesado, explícito e direto: a fantasia da morena com o vizinho dotado realizada sem medo e com muito prazer.
A Jovem Morena e o Vizinho Dotado – Versão Estendida
Meu corpo ainda tremia depois da gozada deliciosa. O vizinho tinha me deixado em êxtase, minha boceta latejando, molhada e cheia do gozo quente dele. Mas, em vez de me satisfazer, aquilo só atiçou ainda mais minha vontade.
Virei para ele, mordi o lábio e soltei quase num sussurro:
— Agora… mete no meu cuzinho também… quero sentir esse pau enorme me arrombando todinha.
O sorriso sacana que ele deu me deixou arrepiada. Ele virou-me de quatro novamente, abriu minhas nádegas com as mãos grandes e cuspiu bem no meio. Senti o dedo dele massageando a entrada apertada, me preparando. Eu gemia, arfando, misturando nervosismo e tesão.
Quando a cabeça grossa do pau encostou no meu cuzinho, prendi a respiração. Ele foi empurrando devagar, e eu gritei alto:
— Ahhh… Vizinho Dotado tá entrando… tá me abrindo toda…
A dor veio primeiro, queimando, mas logo o prazer tomou conta. Sentir aquele pau preto gigante deslizando no meu rabo me fez perder o controle. Ele começou devagar, cada estocada fazendo meu corpo tremer, depois ganhou ritmo, metendo fundo, batendo até o limite.
— Isso, abre esse cuzinho apertado pra mim, safada… — ele gemia, socando mais e mais.
Eu gemia como louca, gozando de novo só com a sensação de ser possuída pelo cu. Minha boceta escorria tanto que molhava minhas coxas, pedindo mais.
Num impulso, me joguei pra frente, abocanhei o pau ainda melado que balançava no rosto e comecei a chupar com desespero, ao mesmo tempo que sentia o outro enterrado no meu rabo. O gosto forte, o cheiro, a sensação de ser usada em dois buracos ao mesmo tempo me deixou fora de mim.
O Vizinho Dotado segurava firme minha cintura, metendo forte no meu cuzinho, até que parou de repente, enfiou até o fundo e gozou dentro de mim outra vez, enchendo meu rabo quente de porra. Eu engoli o que estava na boca quase ao mesmo tempo, sentindo meu corpo inteiro estremecer de prazer.
Caí de bruços, ofegante, gozando mais uma vez só de pensar: agora eu era a vizinha safada que tinha provado cada centímetro daquele pau negro monstruoso — e sabia que nunca mais viveria sem ele.

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